Tubos bipartidos em lã de vidro, de grande poder isolante, aglomerados com resinas sintéticas, para isolamento térmico em baixas e em altas temperaturas de tubulações em geral. São incombustíveis, não higroscópicos e inequebráveis. Isolante térmico cilíndrico, bi-partido de lã de vidro, aglomerado com resina sintética.

Segmentos Atendidos

Recomendados para altas, médias e baixas temperaturas, em isolamentos térmicos de tubulações, flanges, válvulas e conexões, com aplicações nas áreas:

  • Industrial
  • Construção Civil
  • Naval
  • Usinas termoelétricas
  • Destilarias de álcool
  • Usinas de açúcar

Características

PROPRIEDADES FÍSICAS

  1. Resiliência: Recupera a espessura original, após a retirada da força que causou a deformação.
  2. Resistência à água: A lã de vidro é repelente a água na forma líquida devido aos aditivos adicionados ao produto.

PROPRIEDADES TÉRMICAS

Em função dos baixos coeficientes de condutividade térmica, contribuem para redução dos custos de operação e economia de energia. Suportam temperaturas até 450 ºC sem deterioração.

PROPRIEDADES ACÚSTICAS

Possuem elevados índices de absorção acústica. Conjugadas com revestimentos massivos, são freqüentemente utilizados para reduzir o nível de ruído de tubulações e equipamentos industriais.

PROPRIEDADES MECÂNICAS

Oferecem boa resistência ao manuseio, aplicação e estocagem, podendo ser utilizados em tubulações com freqüentes vibrações.

INÉRCIA QUÍMICA

Não atacam as superfícies com as quais mantém contato, quer seja externa ou o casco do equipamento.

COMPORTAMENTO AO FOGO

Além de serem incombustíveis, segundos métodos da ISO 1182, atuam como verdadeiras barreiras contra o fogo garantindo a segurança do aplicador durante o armazenamento e aplicação, protegendo os equipamentos isolados, em caso de incêndios.

SAÚDE

A Lã de Vidro classificada no Grupo 3 (Material não cancerígeno), segundo relatório da IARC (International Agency for Research on Cancer). A IARC, sediada em Lyon (França), é um órgão pertencente à Organização Mundial da Saúde da ONU.

NORMAS

ABNT - EB - 329 Petrobrás - 1618

PROTEÇÃO E REVESTIMENTO

As calhas devem ser protegidas contra choques mecânicos e agentes externos. A escolha do revestimento adequado depende, portanto, das características do local onde se encontra a tubulação.

Os revestimentos mais utilizados são:

  • Alumínio corrugado;
  • Chapa de alumínio liso;
  • Chapa de aço galvanizado ou galvanizado pré-pintado.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

Absorção do vapor d’água: 1% (Máx.)

  • Alcalinidade: 0,6% (máx.) de Na2O.
  • Calor específico: 0,2 kcal/kg ºC
  • Não sofre com as tensões de dilatação e contração com as variações de temperatura.
  • Inatacável por agentes químicos (com exceção do ácido fluorídrico).
  • Ausência de material não fibrado (pérolas ou agulhas)
  • Pode ser fornecido com revestimento para barreira de vapor, tipo FSK (folha alumínio + papel kraft + tecido de reforço).
  • Atende as normas: ABNT - NBR - 11357; Petrobrás - 1618

Tubulação para fluidos frios

Em se tratando de tubulações frias, deve-se tomar algumas precauções:

Proteção anticorrosão

As tubulações devem ser protegidas contra a corrosão com a aplicação de uma camada de primer asfático. Esta operação deve ser precedida de uma limpeza com escova metálica ou jato de areia, a fim de eliminar qualquer traço de oxidação.

Barreira de Vapor

Deve-se impedir a penetração de vapor d’água do ar atmosférico no interior do isolante, colocando-se uma barreira de vapor eficiente e durável.

1- Até 0ºC

Dois demãos de frio asfalto com interposição de uma camada de véu de vidro.

2-Abaixo de 0ºC

  • Polietileno com 120 microns colado com asfalto 084
  • Folha de alumínio de 50 microns colado com asfalto 084
  • Frio-asfalto em 2 camadas intercaladas com véu de vidro
  • Feltro lã de vidro tipo FSB-35-13 mm